A DOPAMINA E O NOVO
CPC
Passei a participar
do seleto grupo de homens e mulheres de bem que tem entre si a única ambição de
antever o uso e aplicação do novo CPC brasileiro e suas virtudes e necessidades
de mudança.
Ontem em um debate
acadêmica mais acalorado, em que os ânimos se elevam com benefícios
indiscutíveis as faculdades intelectuais, por, entre outros fatores, o
bioquímico, a descarga de dopamina que entra no circuito do corpo humano por
impulso do debate, o que é salutar se controlado.
Esta descarga de
dopamina, me fez lembrar que Walt Disney foi acusado de, na guerra fria, buscar
modificar o pensamento dos opositores, por descargas de dopamina excessivas que
que desnorteiam a fazem perder o sentido de realidade passando a ilusão a
dominar o sentido da realidade pela contido nos "cartoons" animados.
No Brasil, os
mestres de marketing e criação de elevação dos encargos tributários a
(des)serviços dos governos, desde que me lembro na década de 70 do "este é
um país que vai pra frente" em diante, nunca a descarga emocional criando
o ludibrio foi tão usado de forma maciça e debochada, quando entrando em ritmo
de ser descoberta voltando ao sentido de realidade a população atônita é tomada
de nova descarga, como a economia, me permitam a verdade em completo
desandamento, vamos tratar do assunto do mosquito que passou a ser mais
importante, vital, senão todos morremos, quando nos damos conta da realidade
nova descarga de dopamina virá, os marqueteiros dos governos e interesses corporativos,
como pragas vivem disto.
Ao ser editado o
novo CPC em 2015, nova dopamina foi descarregada na população com um ano de
espera levou a crença, em euforia ilusória do domínio do governo em relação ao
povo de que as soluções do Judiciário brasileiro estariam neste documento
legislativo, e, o que é pior, deixando como significativo para elevar este
conceito como verdadeiro, como pedra fundamental, a forma como foi concebido,
democrático, "ouvindo" a sociedade com pesados 5 anos de estudos e
coletas e que não seriam alvo de nenhum problema próximo ou futuro. (disponível
no google na pesquisa – blog o novo cpc e o excesso de litigiosidade).
Em 2015 passei
a analisar por partes (só fiz duas porque não vi da parte das pessoas que me
acompanhavam interesse), o texto legislativo em questão, e, de cara, logo vi
que se tratava de descarga de dopamina, porque não resolveria os graves males
que afligem o Judiciário brasileiro (e haverá de parecer o Moro dos Moros para
endossar e comprovar o que falo agora, principalmente, pelas estatísticas mapas
de favorecimento do Judiciário enriquecimento de membros ilustrados e o que é
pior escritórios que enriquecem do dia para a noite, como pragas na lavoura, as
custas de ações de massa, que em nada são críveis de serem jurídicas ou dignas
de pertencerem ao Judiciário, e, contra estas demandas o novo texto nada tem a
opor, logo nada vai mudar, baixem a dopamina, pisem o pé na realidade e vamos
todos resolver a crise de empobrecimento de qualidade do Judiciário, capenga e
quase morrendo no sistema dominante.
Não falo isto
sozinho as agências de direitos humanos internacionais e de classificação de
risco endossam o que falo, basta pesquisar.
O Ministro Gilmar
Mendes disse e está na mídia para ser pesquisado, que vivemos uma crise de
"cleptocracia", acrescento, em todos os níveis e esferas de poder.
Mas isto não é
verdadeiro em relação aos bons e honestos homens públicos que servem e dão seu
sangue todos os dias, sem dopamina todos os dias a causa de servir ao público e
serem brasileiros, e, por existirem, merecem ser honrados, dignificados,
controlados e multiplicados.
Tais homens chegam a
crer, porque prestam relevantes serviços, que as causas que prestam e devotam
serviços, aliados aos seus bolsos vazios de conteúdos estranhos aos seus
méritos, é suficiente para devotar a reputação extensiva aos demais membros de
sua classe, como o caso do Sr. Dr. Luiz do grupo do novo CPC, no dia de ontem.
Respondi, que o
sistema precisa ser modificado, porque além de existirem os maus, estes se
servem da imagem dos bons para se iluminar.
A defesa que o Sr.
Dr. Luiz fez de sua atividade límpida e isenta, porém não desejosa de ser
controlada externamente (o que divirjo porque aí teremos controle sobre bons e
maus e decidir em era de plena visão não é divisão de cultos e incultos, é mera
oportunidade de usar atributos públicos em regime do intelecto próprio em favor
do bem comum, logo atividade pública passível e necessária de ser controlada
para acabar com os males e pragas que hoje campeiam e debocham dos bons.
Os bons Sr. Dr.
Luiz. são alvo, em verdade do deboche de pessoas que estão com interesse
somente do escárnio, vale a lembrança da piadinha do Joãzinho e Luizinho, que
entrando na puberdade vão de sacanagem perguntar a vovó como nascem os bebês,
esta, ao interesse de proteger as crianças conta a estória da cegonha, do que
os meninos intrépidos entre si depois se comunicam indagando se contam ou se
deixam a velhinha na ilusão. Então Sr. Dr. Luiz., com o agradecimento da
dopamina que me fez escrever estas mal traçadas linhas, não se deixe ser a boa
velhinha no meio dos lobos, com a devida venia.
Héli0 Barreto dos Santos Filho
08 de fevereiro de
2016.
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